Musical Quote #7

Gente!!! Hoje é feriado! E pra comemorar, uma música que, graças à festa do terceirão, não sai da minha cabeça desde sexta-feira!

Today I don’t feel like doing anything, I just wanna lay in my bed. Don’t feel like pickin up my phone, so leave a message at the tone, ‘cause today I swear I’m not doing anything. Nothing at all.

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Meme: Como você cria suas resenhas?

Bem, mais um meme aqui para vocês! Novamente, fui indicada pela Ni, do Ninhada Literária. Vamos?

01. Suas resenhas nascem durante ou depois de lido o livro?

Definitivamente depois. Quando termino de ler o livro, geralmente demoro uns quatro ou cinco dias, às vezes mais, para fazer a resenha. Vou fazendo anotações no meu caderninho durante a leitura (escrever em livros, jamais!) e depois, simplesmente vou escrevendo. Disso, sai o que vocês leem aqui!

02. Você cria diretamente no computador ou vai anotando em algum lugar?

Como eu disse aqui em cima, eu vou fazendo anotações no meu caderninho. Raramente (leia-se, em viagens), escrevo minhas resenhas em papel. Isso é muito estranho, porque eu não consigo me expressar bem diante do computador na hora de escrever, por exemplo, fanfics. Nesse caso, tem que ser no papel, mas nas resenhas eu tenho tanta facilidade que, simplesmente sai…

03. É sincera na opinião ou a escreve com a intenção de sempre agradar o autor ou a editora?

Bom, não tenho nenhuma parceria com autores ou editoras vai ver que é por isso, então não tenho nenhum compromisso em agradar. Sempre fui e sempre serei sincera nas minhas resenhas. A minha opinião sobre o livro está guardada nesse blog, e nada me fará mudar.

Indicações:

Bem, vocês sabem, a mesma coisa do Meme das Onze Coisas: quem quiser, fique à vontade. Se fizerem, deixem o link nos comentários para eu visitar o blog de vocês!!

A Esperança (Jogos Vorazes #3) ~ Suzanne Collins

Depois de sobreviver duas vezes à crueldade de uma arena projetada para destruí-la, Katniss acreditava que não precisaria mais lutar. Mas as regras do jogo mudaram: com a chegada dos rebeldes do lendário Distrito 13, enfim é possível organizar um resistência. Começou a revolução. A coragem de Katniss nos jogos fez nascer a esperança de um país disposto a fazer de tudo para se livrar da opressão. E agora, contra a própria vontade, ela precisa assumir seu lugar como símbolo da causa rebelde. Ela precisa virar o Tordo.

O sucesso da revolução dependerá de Katniss aceitar ou não essa responsabilidade. Será que vale a pena colocar sua família em risco novamente? Será que as vidas de Peeta e Gale serão os tributos exigidos nessa nova guerra? Acompanhe Katniss até o fim deste thriller, numa jornada ao lado mais obscuro da alma humana, em uma luta contra a opressão e a favor da esperança.

A Esperança (Jogos Vorazes #3) – Suzanne Collins

ISBN: 978-85-7980-086-3

Editora: Rocco

Ano de Lançamento: 2011

Estrelas: 5 de 5

Páginas: 421

Mais uma série chegou ao fim. Mais uma que aguardaremos ansiosamente pela adaptação para o cinema. Mais uma que desejamos que, por um milagre, a autora publique mais um livro… Bem, os jogos terminam aqui.

Ler A Esperança foi uma aventura. Do começo ao fim, nos sentimos na pele de Katniss. Cada aperto, cada batalha, cada sorriso, cada choro… Nos sentimos dentro dela. Suzanne Collins faz isso de uma forma tão natural que, quando não somos Katniss, estamos ao seu lado, ajudando-a na rebelião. O livro é um daqueles que você só consegue largar depois que acabou, sendo que fica com vontade de ler mais. Sempre.

Enfim, no terceiro volume de Jogos Vorazes, Katniss se junta aos rebeldes do Distrito 13 para combater a Capital. Só que eles não estão sozinhos: a maioria dos outros distritos apoiam a rebelião e fazem de tudo para ajudar o 13. Mas os problemas da nossa heroína não são apenas com a Capital. Peeta foi sequestrado pela Capital, ela continua dividida entre ele e Gale se bem que pode ficar com o Peeta, deixa o Gale pra mim =D enfim, uma série de problemas enchem a vida de Katniss, e as pressões colocadas em cima dela são ainda maiores. Ela parece que está mais próxima de um colapso nervoso a cada página que viramos.

Esse é, definitivamente, o melhor livro da série. Cheio de emoções, ação e romance na dose certa, A Esperança não deixa a desejar. Deixa, certamente, Em Chamas no chinelo, e faz com que Jogos Vorazes seja bobinho. Uma coisa que eu reparei foi no epílogo do livro, bem no estilo Harry Potter e as Relíquias da Morte.

É como um jogo. Repetitivo. Até um pouco entediante após mais de vinte anos. Mas há jogos muito piores do que esse.

(A Esperança, página 419)

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Em Chamas (Jogos Vorazes #2) ~ Suzanne Collins

Depois da improvável e inusitada vitória de Katniss Everdeen e Peeta Mellark nos últimos Jogos Vorazes, algo parece ter mudado para sempre em Panem. Aqui e ali, distúrbios e agitações nos distritos dão sinais de que uma revolta é iminente. Katniss e Peeta, representantes do paupérrimo Distrito 12, não apenas venceram os Jogos, mas ridicularizaram o governo e conseguiram fazer todos – incluindo o próprio Peeta – acreditarem que são um casal apaixonado.

A confusão na cabeça de Katniss não é menor do que a das ruas. Em meio ao turbilhão, ela pensa cada vez mais em seu melhor amigo, o jovem caçador Gale, mas é obrigada a fingir que o romance com Peeta é real. Já o governo parece especialmente preocupado com a influência que os dois adolescentes vitoriosos – transformados em verdadeiros ídolos nacionais – podem ter na população. Por isso, existem planos especiais para mantê-los sob controle, mesmo que isso signifique forçá-los a lutar novamente.

Em Chamas (Jogos Vorazes #2) – Suzanne Collins

ISBN: 978-85-79-80064-1

Editora: Rocco

Ano de Lançamento: 2011

Estrelas: 3 de 5

Páginas: 416

Em Chamas me decepcionou um pouco. Estava tão empolgada para continuar a trilogia Jogos Vorazes que acho que vim com expectativas de mais para o  livro.

Depois de sair da arena vitoriosos, Katniss e Peeta começam uma série de comemorações e viagens pelos outros distritos como parte da “Turnê dos Vitoriosos”. E é óbvio que isso não vai prestar. Com o tempo, eles começam a perceber que tudo está uma bagunça. Rebeliões se iniciaram, inocentes estão sendo mortos, e é tudo culpa deles. E Katniss sabe isso e percebe que ela e todos aqueles que ela ama, estão correndo perigo, incluindo Gale, seu “primo”.

E ainda, são comemorados os 75 anos da destruição do Distrito 13, o Massacre Quarternário. E adivinha quem tem que voltar para a arena? Pois é… E dessa vez, o plano não é mais protege-la, mas sim, proteger Peeta, pois é ele quem merece viver, não ela.

Enfim, a narrativa de Suzanne deu uma caída nesse livro. Ele é “dividido” em duas partes, sendo que a primeira é mega cansativa. Ela é focada na vida de Katniss e Peeta pós-jogos. Todos os desfiles, mentiras de romance, brigas, beijos… No começo tudo bem, mas após alguns capítulos, se torna cansativo. Na segunda parte do livro, a ação volta. E aquela coisa que faz com que o livro seja tão fenomenal, volta.

Já falei sobre a escrita de Suzanne Collins e como ela me faz ficar com aquela sensação de que o livro acabou muito cedo e aquela coisa de “quero mais”, e podemos notar isso, sem dúvidas em Em Chamas. Mas, infelizmente, apenas na segunda parte.

Mesmo assim, não desisti da série e não me arrependi de minha decisão, pois A Esperança fecha a trilogia com chave de ouro.

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[Especial Demi Lovato] Musical Quote #6

AVISO: Nenhuma das imagens ou vídeos me pertencem. Para acessar a fonte original, basta clicar em cima deles.

Bom, esse post é especial. É especial porque eu estive lá. Eu presenciei ao vivo toda a magia da Demi Lovato.

Mesmo com 02h30 de fila, 40 minutos de atraso e muita desorganização, o show foi perfeito. Do início ao fim, tentei segurar as lágrimas para curtir o show ao máximo, mas em alguns momentos, foi inevitável. Começando com a nova All Night Long, foi logo aí que perdi minha voz. Assim que ela subiu no palco, todos começamos a gritar loucamente por ela. E eu, que já estava rouca, perdi completamente minha voz. Durante o show ela voltou algumas vezes, mas… Logo depois, foi a vez de Got Dinamite, de seu segundo CD, Hold Up, do terceiro CD, na qual nem um de seus guitarristas escapou de sua sensualidade.

Depois, ressuscitou seu primeiro single, Get Back, e em seguida um mash-up das emocionantes Catch Me e Don’t Forget. Depois, quatro músicas seguidas de seu terceiro álbum: My Love is Like a Star, Fix a Heart, Who’s That Boy e Your My Only Shorty, sendo essas duas últimas originalmente com featuring de Dev e Iyaz. As duas primeiras, tão emocionantes ao ponto de me fazerem chorar. Agora, imaginem a cena: Eu, chorando, enquanto tento cantar/gritar sem voz. Pois é, foi meio isso que aconteceu.

Depois desse momento, tivemos mais um mash-up, dessa vez entre Here We Go Again e La La Land. A emoção dos Lovatics não parava, tão pouco a animação. Então, chegou a vez de Lightweight, na qual fizemos a primeira das três surpresas planejadas para a noite: durante toda a música, levantamos rosas de plástico e, ao fim da canção, as jogamos no palco. Chegou então o momento mais emocionante do show. Foi só ver o piano sendo carregado para cima do palco que as placas escritas Stay Strong tomaram conta do Credicard Hall. Antes do início da música, Demi fez seu familiar discurso, dizendo como foi difícil para ela passar por tudo o que ela passou, que todos nós possuímos nossos altos e baixos, mas que não devemos desistir. Então, os primeiros acordes de Skyscraper soaram, e a comoção foi geral.

Em seguida, após esse emocionante momento, foi a vez do cover de How To Love. Em seguida, após muita insistência dos Lovatics, um cover totalmente improvisado de Moves Like Jagger, do Maroon 5, fez com que pulássemos. Seguimos então para Together, dueto com Jason Derulo e Remember December. Demi então sai do palco para a tristeza dos fãs. Mas o show não acaba por aí… Após alguns minutos, ela voltou ao palco abraçada a uma bandeira do Brasil para cantar seu novo single Give Your Heart a Break, na qual levantamos corações de cartolina e, para encerrar a noite, Unbroken, faixa título do novo álbum.

Algumas curiosidades:

– Em Who’s That Boy, Demi trocou a letra de “who’s that boy watching my hips” para ” who’s that GIRL watching my hips”, se referindo ao Trending Topic Lesbians For Demi, que foi comentado no show do Rio de Janeiro e em várias entrevistas.

– O cover de Moves Like Jagger não estava programado. Esse cover foi utilizado na turnê Norteamericana, e na turnê pela América do Sul foi substituído pelo cover de How To Love. Quando ela terminou de cantar a primeira, começamos a gritar “Moves Like Jagger”. Ela então, olhou para a banda como que diz “Dá pra tocar?”, então, com um sorriso, disse que só para nós.

– Ainda nessa música, Demi esqueceu um pedaço da letra. E não foi só ela! Nós também nos perdemos um pouco, mas nada que estragasse o show.

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Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (Harry Potter #3) ~ J. K. Rowling

Harry Potter é um menino bastante fora do comum. Está ansioso pelo término das férias de verão, se empenha em realizar todos os deveres de casa e, além de tudo, ele é um bruxo. Ao regressar para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, a atmosfera é tenda.

Sirius Black, por muitos considerado um servo de Lorde Voldemort, esteve preso durante 12 longos anos na temível fortaleza de Azkaban, condenado pela morte de 13 pessoas com um único feitiço, e agora está foragido. Uma pista indica o lugar para onde ele se dirigiu – os guardas de Azkaban o ouviam murmurar enquanto dormia: ‘ele está em Hogwarts… ele está em Hogwarts.’ Harry Potter não está seguro nem mesmo entre as paredes de sua escola de magia, rodeado de amigos. Porque, ainda por cima, pode haver um traidor no meio deles.

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (Harry Potter #3) – J. K. Rowling

ISBN: 85-325-1206-2

Editora: Rocco

Ano de Lançamento: 2000

Estrelas: 5 de 5

Páginas: 318

Harry Potter está de volta! E com um dos melhores livros na minha opinião.

Depois de alguns problemas na casa dos Dursley, nosso bruxinho volta para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts para o seu terceiro ano, mas logo no trem, já tem um problemão: os Dementadores. Agora some isso ao fato de ter um assassino louco e fugitivo atrás de você. Pois é, o ano de Harry promete. Pela primeira vez, as aulas de Defesa Contra as Artes das Trevas, não parecem tão tediosas, afinal, o professor R. J. Lupin faz com que o bicho papão pareça um idiota. E ainda tem todo o mistério envolvendo o procurado Sirius Black, um dos meus personagens favoritos.

Recheado de viagens temporais, mistérios, amizades e personagens novos leia-se Lupin e Sirius, Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban está entre os três melhores livros da série. No terceiro volume da série, J. K. Rowling usa um pouco mais de comédia durante o desenvolvimento do livro, que podemos notar, principalmente no último diálogo do livro:

– Padrinho? – engrolou o tio Válter. – Você não tem padrinho!

– Tenho, sim – respondeu Harry animado. – Era o melhor amigo da minha mãe e do meu pai. E é um assassino condenado, mas fugiu da prisão dos bruxos e está foragido. Mas ele gosta de manter contato comigo… saber as minhas notícias… verificar se estou feliz…

Essa para mim é uma das melhores cenas do livro. Aliás, o livro inteiro é ótimo. Não tem como descrever o livro. Outra coisa que a autora faz perfeitamente nesse livro é o foreshadowing dos próximos livros, ou seja, ela nos dá algumas dicas do que vai acontecer nos próximos volumes. Pelo menos essa é a impressão que eu tenho.

Concluindo, Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban é quase perfeito. Não tenho do que reclamar desse livro, apenas elogios!

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