|Entrevista| Bruna Fontes

Para começar as férias bem, uma coluna nova pra vocês! Não sei com que frequência ela vai acontecer, mas trago aqui uma entrevista com Bruna Fontes, autora da trilogia La La Land, ainda sem data de estreia.

La La Land ou 3L, é um romance adolescente escrito por Bruna Fontes. Conta a história de Roxy, uma adolescente nova-iorquina que de um dia para o outro tornar-se protagonista de um programa de televisão e Popstar nas horas vagas. Só que, uma vez em Hollywood, ela percebe que nem tudo que reluz é ouro. Entre erros e acertos, amores avassaladores, decepções, paparazzi, e vendo cada passo seu vigiadopor lentes de fotógrafos, revistas de fofocas e televisões, Roxy vai descobrir que a fama não é tudo o que parece. A tentação está por todos os lugares na Califórnia. Ao longo das três temporadas, nossa protagonista experimenta dos sabores e dissabores da vida pública e vai do céu ao inferno. Roxy está constantemente em provação, definindo quem ela é e o que vai ser, formando o seu caráter e chegando ao limite. O bem e o mal nunca foram tão próximos e a maçã proibida é devorada até a última semente. 3L, acima de tudo, é uma história sobre sonhos e até onde podemos chegar em prol deles. 

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A Rainha da Fofoca (Rainha da Fofoca #1) ~ Meg Cabot

“Lizzie Nichols tem um problema. ELa não consegue ficar de boca fechada e sempre acaba se metendo em confusão. Mas parece que dessa vez tudo vai dar certo. Assim que pegar o diploma da faculdade, ela poderá embarcar para Londres e curtir as férias ao lado do namorado inglês. Só que as coisas não saem como planejadas. Ela tem uma monografia pela frente, e basta pisar em solo britânico para perceber que o namorado não é exatamente como ela se lembrava… Agora ela está presa em um país estranho com uma passagem que não pode ser trocada nem ressarcida. Mas nem tudo está perdido. Sua melhor amiga, Shari, está no sul da França, ajudando o namorado, Chaz, na organização de casamentos em um castelo do século XVII. Lizzie não hesita e embarca em um trem a caminho do lindíssimo Château Mirac, propriedade de um amigo de Chaz, que, aliás, é um gato. Mas lá, graças a sua incrível habilidade de não fechar a boca, apronta novamente e precisa descobrir um jeito de provar que pode usar sua boca grande para salvar o dia.”

A Rainha da Fofoca – Meg Cabot

ISBN: 978-85-01-07895-7

Editora: Galera Record

Ano de Lançamento: 2008

Estrelas: 4 de 5

Páginas: 431

Quase seis meses de blog e esse é o primeiro livro da Meg que eu resenho aqui… Que feio.

Enfim, A Rainha da Fofoca foi um dos primeiros livros da Meg Cabot que eu li. Em 2010, quando eu fui para o intercâmbio, comprei o terceiro volume. Só que eu não sabia que era o terceiro. Esse ano, num dos vários passeios pela livraria, achei o segundo e o terceiro volume em ótimos preços. Conclusão: dois livros a mais na estante. Li toda a série Rainha da Fofoca esse ano, o resultado é o que vocês lerão abaixo.

Bem, como vocês puderam ler no trecho lá em cima, o livro conta a história da Lizzie Nichols, uma bocuda. Ela simplesmente não consegue deixar a boca fechada. Ela está super feliz que finalmente está acabando a faculdade de história da moda e que vai reencontrar seu namorado britânico Andrew. Mas, ela descobre da pior maneira que a vida não é um conto de fadas. Ela se vê obrigada a fugir para o outro lado do Canal da Mancha para ir passar o resto das férias no maravilhoso Château Mirac, onde seus amigos Shari e Chaz estão hospedados. Então ela conhece o amigo de Chaz, Luke e, daí pra frente, é um loucura atrás da outra.

Só por ser um livro da Meg, ele é ótimo. Acho a história de A Rainha da Fofoca muito diferente. A maioria dos livros da autora foca no colégio, enquanto esse é na vida pós-faculdade. Não posso reclamar da Meg, mas acho a Lizzie meio enjoativa em algumas passagens da história. O desenvolvimento da narrativa é muito bom! Todo o jeito que a autora vai transformando a personagem, sem fazer ela perder suas características principais, a maneira com a qual ela mostra esse crescimento… Queria poder escrever como ela.

E toda a coisa dos vestidos durante o desenrolar da história, podemos ver perfeitamente o porquê de Lizzie ter escolhido o curso que escolheu na faculdade. A autora mostra a criatividade, a personalidade muito bem da personagem, podemos quase nos sentir ao lado de Lizzie durante suas aventuras! A Rainha da Fofoca não é um dos melhores livros da Meg, mas leiam.

No Meu Correio #5 – O Retorno + Férias

Um meme criado pela Kristi do The Story Siren.

Ele voltou! Depois de meses, o No Meu Correio está de volta! Infelizmente, eu estou meio ruim da garganta, então vocês vão ver algumas fotinhos do que eu andei adquirindo nesses últimos tempos.

Vamos?

Esses livros são os que eu pretendo ler durante esse mês de julho. Já comecei a ler um deles, mas não conta porque provavelmente vou relê-lo.

No total, são 11 livros, mas eu ainda pretendo fazer mais uma visitinha à biblioteca da escola antes de entrar definitivamente de férias.

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Musical Quote #14

Eu lembro perfeitamente o dia que essa música saiu. Eu estava em Campos do Jordão, há quase um ano atrás e entrei na internet. O lyric-video estava nos destaques do youtube. Eu já sabia que iria sair, mas não imaginava que a repercussão seria tanta. No dia seguinte, saiu o clipe. Só dava eu chorando no hall do hotel… Enfim, essa música é muito especial para mim, me ajudou a passar por muita coisa. Posso dizer que ver ao vivo é 100000000000000000 vezes mais emocionante que o clipe, no entanto, não achei nenhum video completo da música do show de São Paulo. /chorei

You can take everything I have, you can break everything I am. Like I’m made of glass, like I’m made of paper. Go on and try to tear me down, I will be rising from the ground like a skyscraper. Like a skyscraper!

A Fera ~ Alex Flinn

“Também vivia na escuridão. Comecei a dormir durante o dia e andar pelas ruas e no metrô à noite, quando ninguém podia me ver direito. Agora eu sabia como era estar desesperado. Sabia como era se esconder na escuridão, procurando um pouquinho de esperança sem encontrar. Sabia como era ficar tão só a ponto de quase ser capaz de matar alguém. Queria ter uma ópera. Queria ter uma catedral. Queria poder escalar até o topo do Empire State, que nem o King Kong. Em vez disso, só tinha os livros; os livros e as ruas anônimas de Nova York com seus milhões de pessoas burras e ingênuas. Eu assustava a mim mesmo.”

A Fera – Alex Flinn

ISBN: 978-85-01-09021-8

Editora: Galera Record

Ano de Lançamento: 2011

Estrelas: 5 de 5

Páginas: 317

Mais um na lista dos remakes que deram certo. Simplesmente devorei A Fera. As 317 páginas passaram em pouco mais de 6 horas. Sabe um daqueles fins de semana chuvosos de São Paulo que não se tem nada para fazer? Então, minha amiga tinha me emprestado esse livro e eu não estava muito animada, porque eu não gosto muito dessas re-leituras, remakes, etc. Me arrependi por não ter lido antes.

Sabe a história da Disney A Bela e a Fera? Agora coloque as personagens na cidade de Nova York *o* com 14 anos e estudando num colégio para garotos e garotas ricos e mimados. É assim que Alex Flinn nos apresenta a Kyle/Adrian. O livro é dividido em 6 partes mais um epílogo que vão contando, no princípio, a história de Kyle, o típico garoto mimado. Ele zoa todos na escola, mas um dia, uma garota da o troco nele. Uma garota não, uma bruxa. Sem contar muito, a história vai se desenrolando até que ele re conhece Lindy. Depois disso, só lendo pra descobrir.

Gente, leiam. Nunca achei que iria gostar de um livro que é uma re-leitura de um clássico com A Bela e A Fera, mas Alex Flinn me cativou. Não sei exatamente o que foi, mas o livro me prendeu do começo ao fim. A cada página, ficava mais curiosa para descobrir o fim já previsível da história. Mesmo sendo uma história já conhecida, a maneira como o autor coloca as personagens e a história num tempo e num local tão moderno quanto Nova York.

A história de Kyle/Adrian e Lindy, a relação dele com o pai, o professor, o local, o tempo, tudo faz com que A Fera se torne um livro delicioso e encantador de se ler. Super recomendo.

Musical Quote #13

Fuçando pelo Youtube, achei uma versão ao vivo, no piano de uma música que eu já amava, que meu futuro marido Darren Criss, o Blaine de Glee, compôs e apresentou no The Trevor Project. Chorei, tá?

Baby I’m not alone, cause you’re here with me. And nothing’s ever gonna take us down, cause nothing can keep me from lovin’ you. And you know it’s true it don’t matter what’ll come to be, our love is all we need to make it through.

Julieta Imortal ~ Stacey Jay

“Julieta Capuleto não tirou a própria vida. Ela foi assassinada pela pessoa em quem mais confiava, seu marido, Romeu Montecchio, que fez o sacrifício para assegurar sua imortalidade. Mas Romeu não imaginou que Julieta também teria vida eterna e se tornaria uma agente dos Embaixadores da Luz. Por setecentos anos, Julieta lutou para preservar o amor e a vida de inocentes, enquanto Romeu tinha por fim destruir o coração humano. Mas, agora que Julieta encontrou seu amor proibido, Romeu fará tudo que estiver ao seu alcance para destruir a felicidade dela.”

Julieta Imortal – Stacey Jay

ISBN: 978-85-6321-957-2

Editora: Novo Conceito

Ano de Lançamento: 2011

Estrelas: 4 de 5

Páginas: 240

Lembram no último post que eu falei de Romeu e Julieta como um dos casais mais conhecidos da literatura? Então, eu trago para vocês Julieta Imortal.

O livro de Stacey Jay conta a história da nossa mais que conhecida Julieta, mas um pouco diferente. Imaginem só se Julieta não tivesse se matado na tragédia de Shakespeare? E se, seu amado Romeu, tivesse tentado mata-la para conseguir sua própria imortalidade? É nesse contexto que a autora cria sua história: uma Julieta que não morreu e que trabalha como Embaixadora da Luz, cuidando para todos encontrem suas almas gêmeas. Mas, o querido Romeu não é tão romântico assim e vai atrapalhar a vida da nossa protagonista, que embarca nessa aventura no corpo de Ariel, uma garota normal. Ou pelo menos era…

Só lendo mesmo para descobrir as aventuras que Stacey Jay apronta com um dos casais mais épicos de toda a história da literatura. A narrativa é atraente, mas achei o livro um pouco enrolado em alguns trechos. Achei super válida a ideia de dar uma “continuação”, um final diferente para um clássico, principalmente  pelo fato de eu ter começado a escrever com fanfics, e eu vejo Julieta Imortal quase como isso, não menosprezando a autora, de maneira alguma! Outra coisa que me agradou na narrativa, foi o fato de ela alternar em alguns capítulos, o foco narrativo, de Julieta/Ariel para Romeu/Dylan.

Recomendo Julieta Imortal e agora estou aguardando ansiosa pela continuação que eu não sei o nome.

|TOP 5| Casais Literários

O TOP 5 é uma nova “coluna” que eu vou começar aqui no blog. Todo dia 12 do mês, eu vou fazer algum top 5 (sem estar na ordem de preferência), geralmente ligado à literatura. Se você tiver alguma sugestão para a coluna, pode me mandar pela aba contato ou pelo e-mail do blog: cantinhodacah@hotmail.com

Vamos então?

Aviso! Esse post pode conter spoilers!

01. Romeu e Julieta (Romeu e Julieta, William Shakespeare)

Acho que  esse é o primeiro casal que nos vem a cabeça no quesito casal literário. Existe algum mais famoso em toda a história do que o lindo do Romeu e a fofa da Julieta? Romeu e Julieta é um clássico da literatura (tive que ler pra o colégio) e é a história de amor mais linda que eu já li duh, é Shakespeare.

02. Jesse e Suze (A Mediadora, Meg Cabot)

Ai, a Suze e o Jesse… Não vou me aprofundar muito pois deve ter gente aqui que ainda não leu A Mediadora leiam, agora, mas eu posso adiantar que o amor deles é lindo! Eu sou muito clichê e adoro essas coisas à moda antiga, então acabo achando o Jesse super fofo e toda essa história de amor impossível tão legal.

03. Edward e Bella (Twilight Saga, Stephenie Meyer)

Mesmo para os haters de Twilight, não dá pra dizer que a relação entre o Edward e a Bella não seja incrível. Toda a coisa que ele sente por ela, do cheiro do sangue, do amor impossível de novo… Embora não goste da Bella, acho que os dois ficam fofos junto.

04. Daniel e Luce (Fallen, Lauren Kate)

Eu acho que eu vou mudar o título do post pra |TOP 5| Casais impossíveis. Enfim, mais uma vez o amor proibido. Toda a coisa do Daniel não ir atrás da Luce/encarnações dela e mesmo assim continuar encontrando-a é tão fofo! Amor verdadeiro, gente!

05. Zach e Cammie (Gallagher Girls, Ally Carter)

Esse é só meio impossível! Hahaha. Eu preciso resenhar Gallagher Girls para vocês! O Zach e a Cammie é aquela coisa que você fica “nossa, nunca vai rolar”, mas simplesmente rola e é quase mágico! Eles dois juntos, com perigo, vivendo altas emoções hello, escola de espiãs?? e tudo mais… Nhac *-*

BÔNUS. Rony e Hermione (Harry Potter, J. K. Rowling)

Sete livros foi o necessário para a tia Jô tornar esse casal verdadeiro. Toda a história de amizade que vai se tornando algo a mais é  muito identificável essa palavra existe? com a vida real. E no final eles ficam juntos! Todos felizes! menos os shippers de Dramione/Harryone/Ron…

Musical Quote #12

Eu tenho uma coisa com essa música. Conheci pela versão do Glee as usual, mas daí uma amiga minha fica ouvindo durante a aula e eu acabei descobrindo que a versão original é o Jason Mraz *-* Não gostei do clipe, mas o que importa é a letra.

I don’t wanna be someone who walks away so easily, I’m here to stay and make the difference that I can make. Our differences they do a lot to teach us how to use, the tools and gifts we’ve got yeah we got a lot at stake. And in the end, you’re still my friend at least we didn’t intend for us to work we didn’t break, we didn’t burn. We had to learn how to bend without the world caving in. I had to learn what I’ve got, and what I’m not and who I am. I won’t give up on us, even if the skies get rough. I’m giving you all my love, I’m still looking up, I’m still looking up…

Garotas de Vidro ~ Lauren Halse Anderson

Lia está doente e sua obsessão pela magreza a deixa cada vez mais confusa entre a realidade e a mentira. Mas ela perde totalmente o controle quando recebe a notícia de que sua melhor amiga, Cassie, morreu sozinha em um quarto de motel. E o pior: Cassie ligou para Lia 33 vezes antes de morrer. Trinta e três. O que começou como uma aposta entre duas amigas para ver quem ficaria mais magra tornou-se o maior pesadelo de duas adolescentes reféns de seus próprios corpos. Ao negar seu problema, Lia impõe a si mesma um regimecruel em que contar calorias não é o bastante. Ao omitir seu desespero, apela ao autoflagelo numa tentativa premeditada de aliviar seus tormentos. Seus pais e sua madrasta tentam ajudá-la a qualquer custo, mas nem mesmo sua doce irmã, Emma, consegue fazer com que Lia pare de se destruir. Agora, Lia precisa encontrar um modo de lidar com todos os seus fantasmas, e a morte de Cassie é um deles.”

Garotas de Vidro – Laurie Halse Anderson

ISBN: 978-85-8163-011-3

Editora: Novo Conceito

Ano de Lançamento: 2012

Estrelas: 4 de 5

Páginas: 272

Okay, eu sei que pulei totalmente os outros livros da lista, mas eu tinha necessidade de resenhar esse livro pra vocês. Eu queria resenhar ele logo pra vocês porque ele passa uma mensagem muito importante de coisas que eu já passei como ouvinte. E não foi só de uma vez. Essa resenha vai ser bem mais pessoal do que as outras, que eu apenas comentava sobre o livro. Aqui, vou contar histórias de vida relacionadas a mensagem que Lauren Halse Anderson quer nos passar.

Em Garotas de Vidro, conhecemos Lia. Uma menina aparente normal que tem que lidar com a morte de sua melhor amiga Cassie. Mas Lia não é tão normal assim. Ela esconde segredos, segredinhos sujos. Uma simples aposta entre ela e a melhor amiga, mudou o rumo da vida das duas para sempre. Quem seria a mais magra da turma, quem seria a mais perfeita, nos conceitos de beleza atuais. E Lia desenvolve anorexia. E bulimia. E também começa a se cortar.

 Não é tão simples assim, sabe? Eu tenho uma amiga que passou por tudo isso, e a autora conseguiu retratar muito fielmente toda a dor e sofrimento que elas passam durante a “recuperação”. Essas meninas não querem se “curar”. Elas se acham gordas e feias, mesmo pesando um nada, e é isso que atormenta, em parte, Lia.

A narrativa que Lauren criou não possui nada de fantasiosa. É uma pequena cidade no interior dos Estados Unidos, sem seres mitológicos ou fantasiosos. Nada, apenas uma cidade comum, com pessoas comuns. Mas o que realmente impressiona, é a história. Como uma narrativa tão simples pode impactar tanto em uma pessoa.

Voltando ao livro, não consegui desgrudar os olhos até acabar a leitura. Ele te prende até o final de uma maneira que nunca vi antes. Foi um dos melhores livros que li nos últimos tempos. “Mas, Carol, por que quatro estrelas?”, simples: eu achei o livro pesado. O livro é ótimo e tudo mais, mas achei que o tema era um assunto pesado e a maneira com a qual a autora tratou ele (nada contra, achei ótima) pesada. Mas, leiam. É importante que as pessoas se conscientizem disso.