Musical Quote #19

Eu sou chata… De novo, eu trago Demi Lovato pra vocês… Essa música é bem antiga, do primeiro CD da Demi, mas eu continuo adorando ela!

Some may say I need to be afraid, of losing everything. Because of where I had my started and where I made my name.Well everything’s the same, in the la-la land machine. Well, I’ll not gonna change, in the la-la land machine. Well I will stay the same, in la-la land… Machine, machine, machine

 

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Era Uma Vez: Eu Sou o Número 4

“Era Uma Vez” é um meme no qual eu falarei sobre um livro que virou filme ou vice-versa.

Classificação: 14 anos
Diretor: D. J. Caruso
Elenco: Alex Pettyfer, Teresa Palmer, Timothy Olyphant, Dianna Agron, Kevin Durand, Callan McAuliffe, Jake Abel
Duração: 114 min

Voltando com a coluna Era Uma Vez, agora é a vez da adaptação de Eu Sou o Número Quatro passar por aqui! Minha intenção é manter essa coluna como mensal, na última sexta-feira do mês, mas não sei se vou conseguir, então…

Efeitos Especiais: ✭✭✭✭✭

Fidelidade ao livro/Adaptação: ✭✭✭✭

Trilha Sonora: ✭✭

Detalhes importantes: ✭✭✭

Total: ✭✭✭

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O Verão Que Mudou Minha Vida ~ Jenny Han

Alguns verões são simplesmente inesquecíveis. Quando finalmente paramos diante da casa, Jeremiah e Conrad estavam sentados na varanda da frente. Debruçando-me sobre Steven, buzinei duas vezes, o que na nossa linguagem de verão queria dizer: Venham ajudar com as malas, agora! Saí do carro e pendurei a bolsa no ombro. A princípio eles nem mesmo notaram que eu estava me aproximando. Mas, então, perceberam. Perceberam mesmo. Conrad me olhou dos pés à cabeça, como os garotos fazem no shopping. Ele nunca tinha me olhado daquele jeito na vida. Nenhuma vez. Senti que estava ficando vermelha de novo. Tudo isso aconteceu em menos de três segundos, mas deu a impressão de ter durado muito mais. Meu coração batia com tanta força que eu era capaz de ouvi-o. Tudo parecia igual, mas não era. Eles tinham me olhado como se eu fosse uma menina de verdade, não apenas a irmãzinha caçula de alguém.

O Verão Que Mudou Minha Vida – Jenny Han

 ISBN: 978-85-01-08862-8

Editora: Galera Record

Ano de Lançamento: 2011

Estrelas: 2 de 5

Páginas: 287

Esse é um daqueles livros que tem duas opções: Ou você ama, ou você odeia. Eu li tantas resenhas positivas sobre esse livro e eu fiquei morrendo de vontade de lê-lo. Fui até a biblioteca da escola e a bibliotecária estava colocando-o na prateleira de novidades. Falei que nem precisava, por que eu ia levar.

Bem, em O Verão Que Mudou Minha Vida, a autora Jenny Han nos apresenta a Belly, uma garota de quase 16 anos aparentemente normal. Na verdade, ela é uma garota normal. Ela vai, assim como em todos os verões, para Cousin Beach, passar as férias de verão com sua mãe, seu irmão, a melhor amiga de sua mãe e seus dois filhos: Conrad e Jeremiah. A garota está certa de que aquele verão será diferente. E ele será mesmo.

Durante o primeiro livro da Summer Series, conhecemos bastante sobre o passado da protagonista e os fatos que a levaram até a atual situação. Os capítulos são intercalados entre o presente e várias fases do passado de Belly. Eu achei que isso deixou o livro confuso, pois cada vez que voltávamos ao passado, estávamos numa época diferente. Por exemplo: estávamos no presente, aí vamos para onze anos, voltamos para o presente, vamos para quatorze anos, depois onze anos… Mas calma, o que aconteceu quando ela tinha onze anos mesmo? Eu me senti confusa com essas constantes mudanças de tempo, achei que isso tirou um pouco do ritmo do livro também. As poucas vezes que realmente tinha entrado na leitura, estava toda animada com o que iria acontecer e daí, corte para o passado.

Belly também é muito confusa em relação aos seus sentimentos. Tudo bem, que todas as adolescentes são assim, mas ela gosta de três garotos aos mesmo tempo, sendo que está tendo um namoro de verão com um deles e os outros dois são quase irmãos para ela. E essa coisa de eles serem quase irmão os torna superprotetores, principalmente o Conrad em seus poucos momentos de bom humor.

A história em si é bem bobinha. Eu não gostei dela em si, mas no final da história, Jenny Han deixou um clifhanger que me deixou com muita vontade de ler o próximo livro e ver como será. Voltando à coisa toda de mudança de tempo, o legal de tudo isso é que podemos perceber muito bem o amadurecimento da Belly. Vemos como ela era uma garotinha meiga, virou uma menina chatinha e agora é uma adolescente querendo aproveitar o que nunca deixaram ela fazer.

Se você quer um livro bobinho, fácil de ler e que não vai mudar muita coisa em sua vida, pode ler O Verão Que Mudou Minha Vida sem problemas. Outra coisa que eu não gostei foi da capa. Embora a editora tenha mantido a capa original, eu não gosto quando elas mostram o rosto das personagens. Uma das coisas legais nos livros, para mim, é poder ter essa liberdade para imaginar como cada um é, e acho que mostrar rostos assim na capa estragam um pouco da graça do livro, mas isso é opinião minha.

Musical Quote #18

Essa banda eu conheci tem alguns anos já. Essa música também é bem antiga, acho que tem uns dois anos já. De qualquer jeito, eu adoro ela! Minha favorita do The Maine.

All we have is what’s left today, hearts so pure in this broken place. ‘Cause we are, we are, we are. We are, we are, we are, lovers lost in space, searching for our saving grace.

No Meu Correio #6 + Avisos

Um meme criado pela Kristi, do The Story of Siren.

Desculpa se o video ficou muito longo!!

Livros Mencionados:

Alugados

Pegando Fogo, Meg Cabot

Sangue Quente, Isaac Marion

Ilse, A Bruxa (A Viagem #1), Terry Brooks

Comprados

Sábado À Noite, Babi Dewet

Cidade dos Ossos (Instrumentos Mortais #1),Cassandra Clare

Espiãs Também Se Enganam (Gallagher Girls #3),Ally Carter

Rapture (Fallen #4), Lauren Kate (e-book)

Tap & Gown (Sociedade Secreta #4), Diana Peterfreund (e-book)

Jessie Hearts NYC, Keris Staiton (e-book)

The Land of Stories: The Wishing Spell, Chris Colfer (e-book)

Presentes

Balzac e a Costureira Chinesa, Dai Sijie

Outros

Don’t Judge a Girl By Her Cover (Gallagher Girls #3), Ally Carter

Only The Good Spy Young (Gallagher Girls #4), Ally Carter

Out of Sight, Out of Time (Gallagher Girls #5), Ally Carter

O Discurso do Rei, Mark Logue & Peter Conradi

 

Avisos:

  • As colunas Era Uma Vez e Conte Um Conto vão voltar. Era Uma Vez volta dia 27.07 e Conte Um Conto ainda não há previsão.
  • Se vocês quiserem, eu posso fazer um post sobre o meu livro ou alguma coisa do gênero. Mas só se vocês quiserem! Me avisem pelos comentários!
  • Minhas aulas começam dia primeiro de agosto. Dia 9 começam minhas provas finais, por isso o blog não vai ser atualizado com tanta frequência. Ao invés de três/quatro posts por semana, vou tentar postar ao menos duas vezes. Estou fazendo de tudo para deixar posts programados, mas o blog vai ficar mais parado durante esse tempo.

     

Imortal (História de amor eterno) ~ Claudia Gray, Rachel Caine, Cynthia Leitich Smith, Richelle Mead, Nancy Holder, Rachel Vincent, Tanith Lee, Kristin Cast

Nessa tão esperada coletânea, P.C. Cast, autora da famosa série House of Nights, reuniu alguns dos principais conhecedores do mundo das criaturas sobrenaturais e selecionou os textos mais fascinantes destes escritores. O amor impossível entre um rapaz simples e uma menina rica que se torna vampira em busca de liberdade; uma paixão do passado que reaparece em forma de fantasma para salvar seu vampiro e uma fada que tenta livrar de grandes encrencas sua melhor amiga são apenas algumas das histórias narradas por autores como Claudia Gray, Rachel Caine ou Kristin Cast. Afinal, quando se é imortal, o amor é para sempre.

Imortal (Histórias de amor eterno) – Claudia Gray, Rachel Caine, Cynthia Leitich Smith, Richelle Mead, Nancy Holder, Rachel Vincent, Tanith Lee, Kristin Cast

ISBN: 978-85-7665-492-6

Editora: Planeta

Ano de Lançamento: 2010

Estrelas: 2 de 5

Páginas: 256

Eu estava esperando muito desse livro. De verdade, eu estava muito ansiosa, pois essa coletânea de contos vampíricos organizados pela P. C. Cast, uma das autoras de House of Night, conta com autoras excepcionais! Temos Claudia Gray, da série Noite Eterna, Rachel Caine, de Morganville Vampires, Richelle Mead, de Vampire Academy, Nancy Holder, autora de Wicked, Kristin Cast, a outra autora de House of Night e outras três autoras que eu ainda não conhecia: Cynthia Leitich Smith, Rachel Vincent e Tanith Lee.

A organização e o estilo do livro me lembrou muito dos três livros Infernais (Formaturas Infernais, Amores Infernais, Beijos Infernais), um tema é dado para um número de autores, escreve-se um conto e publicam uma coletânea. O diferencial desse livro, que me fez ficar com vontade de ler, foi que o tema era vampiros. E eu adoro ler sobre vampiros, ver como cada autor trata eles de uma maneira diferente…

Bem, no total, Imortal tem oito contos e uma introdução feita pela P. C. Cast. Desses oito, eu gostei realmente de apenas três: Lua Azul, da Richelle Mead, Amor Assombrado, da Cynthia Leitich Smith e  Farra, da Rachel Vincent. Dessas três autoras, conhecia apenas a autora de Vampire Academy. Agora, estou curiosa para ler as séries das outras duas autoras:  Tantalize e Soul Screamers.

Embora conheça a maioria das outras autoras fiquei decepcionada com os contos. Mesmo que o conto de Rachel Vincent não fale especificamente de vampiros, segue bem o tema de amor imortal. Achei os outros contos muito fracos, mal desenvolvidos… As ideias de todos eram boas, mas eles não me agradaram…

Existe uma “continuação” desse livro chamada Eternal: More Love Stories With Bite. Procurei, mas não consegui descobrir se ele foi lançado aqui no Brasil, mas não estou empolgada para ler. É uma boa aventura o livro, mas não gostei.

Novo Layout

Quem visitou o blog desde ontem percebeu a mudança no layout. Eu não consegui mudar a estrutura dos posts antigos, então só a partir de amanhã, vocês vão ver posts em estruturas novas, mais bonitinhos. Eu ainda estou tentando me ajeitar com o banner novo, estou tentando fazer um bem bonitinho, mas não estou conseguindo. Se alguém souber mexer com algum editor de imagens e quiser fazer um…

Eu já estava há um tempo querendo mudar o layout, mas foi só ontem que eu consegui me encontrar com um deles. Passei algumas horinhas arrumando o que precisava, tentando fazer um banner decente… Acho que nesse a visualização c0m esse layout é mais simples, e achei ele mais bonitinho.

Pequeno spoiler do post de amanhã. Enfim, eu achei que com esse theme, as páginas ficam melhor colocadas, a barra lateral mais separada dos posts principais…

Acho que é só isso, se tiverem alguma sugestão, deixem aqui no post ou pela aba Contato aqui em cima.

Destino (Destino #1) ~ Ally Condie

“Cassia tem absoluta confiança nas escolhas da Sociedade. Ter o destino definido pelo sistema é um preço pequeno a se pagar por uma vida tranquila e saudável, um emprego seguro e a certeza da escolha do companheiro perfeito para se formar uma família. Ela acaba de completar 17 anos e seu grande dia chegou: o Banquete do Par, o jantar oficial no qual será anunciado o nome de seu companheiro. Quando surge numa tela o rosto de seu amigo mais querido, Xander – bonito, inteligente, atencioso, íntimo dela há tantos anos -, tudo parece bom demais para ser verdade. Quando a tela se apaga, volta a se acender por um instante, revelando um outro rosto, e se apaga de novo, o mundo de certezas absolutas que ela conhecia parece se desfazer debaixo de seus pés. Agora, Cassia vê a Sociedade com novos olhos e é tomada por um inédito desejo de escolher. Escolher entre Xander e o sensível Ky, entre a segurança e o risco, entre a perfeição e a paixão. Entre a ordem estabelecida e a promessa de um novo mundo.” 

Destino (Destino #1) – Ally Condie

ISBN: 978-85-60280-81-0

Editora: Suma das Letras

Ano de Lançamento: 2011

Estrelas: 4 de 5

Páginas: 240

Eu odeio quando eu demoro tempo demais para descobrir um livro bom, sabe? Bem, Destino foi um desses. A primeira vez que eu o vi numa das prateleiras da livraria, fiquei encantada com a capa. Achei-a tão delicada que fiquei com vontade de ler o livro só pela capa. Mas, livros vão, livros vem e nada de eu ler o bendito livro. Eis que, em uma das minhas aventuras pela biblioteca da escola, ele surge novamente. Não tive dúvida!

Ok, agora falando sério. Mais um pra lista das distopias. Mais um pra lista das séries que eu necessito continuar lendo. Destino conta a história de Cassia, uma garota de 17 anos que não poderia estar mais feliz: seu Par, aquele com quem ficará até que complete seus 80 anos é seu melhor amigo Xander. Mas um pequeno acontecimento, um experimento? Um descuido? Uma simples imagem na tela faz ela começar a ver o mundo de outra maneira.

O contexto do livro me lembrou muito Delirium, da Lauren Oliver. A garota descobre que a sociedade em que ela vive não é perfeita como ela imagina, que eles estão sendo usados pelo governo, que mentem para eles… Mas o que mais diferencia os dois livros é a questão do amor. Aqui, Cassia conhece o garoto na tela, mas para ela, eles não passam de amigos, já que nas poucas horas de recreação, mal se falam.

Mas então, ele é selecionado para ser seu parceiro nas caminhadas, e algo mais começa a crescer ali. Eles começam a trocar segredos, passam a ser confidentes um do outro, e, quando se dão por si, o sentimento de amizade cresceu. Dizem que é normal ela se apaixonar por outro, mas Ally Condie cria em sua narrativa uma maneira de tornar esse sentimento estranho e proibido.

Posso dizer que esse livro me foi uma grata surpresa. Nunca li resenhas excelentes sobre esse livro, elas giravam em uma baixa “classificação” para ele. Mas, como eu disse no início, a capa me encantou. Fui esperando uma coisa e sai com outra totalmente diferente. O desenvolvimento da amizade de Cassia e Ky, narrado pela própria garota é algo interessante de se ver.

O segundo livro da série, Travessia, já está na minha lista de leitura. Se você gostou de Jogos Vorazes, ou até mesmo de Delirium, leia Destino. Destino é um daqueles livros que nos faz parar para refletir durante a leitura. Nos faz pensar se o que fazemos é certo, se realmente estamos fazendo aquilo por vontade própria ou se alguém está nos obrigando.

Musical Quote #17

Sabe aquele dia que você está bem para baixo e precisa de uma música para animar? Essa música ajuda muito a dar um up na auto estima. Sou fã de versões acústicas, e tentei achar dessa música ouvi outro dia na rádio, por isso sei que existe. Como não achei, vai a versão normal que já é bem fofinha.

What doesn’t kill you makes you stronger, stand a little taller, doesn’t mean I’m lonely when I’m alone. What doesn’t kill you makes a fighter, footsteps even lighter, doesn’t mean I’m over cause you’re gone. What doesn’t kill you makes you stronger, stronger, just me, myself and I. What doesn’t kill you makes you stronger, stand a little taller, doesn’t mean I’m lonely when I’m alone.

Delírio (Delirium #1) ~ Lauren Oliver

 

“Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos. Lena Haloway está entre os jovens que esperam ansiosamente esse dia. Viver sem a doença é viver sem dor: sem arrebatamento, sem euforia, com tranquilidade e segurança. Depois de curada, ela será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe será designado. Ela nunca mais precisará se preocupar com o passado que assombra sua família. Lena tem plena confiança de que as imposições das autoridades, como a intervenção cirúrgica, o toque de recolher e as patrulhas-surpresa pela cidade, existem para proteger as pessoas. Faltando apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas, depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura?.” Sinopse do Skoob

Delírio (Delirium #1) – Lauren Oliver

ISBN: 978-85-8057-164-6

Editora: Intrínseca

Ano de Lançamento: 2012

Estrelas: 4 de 5

Páginas: 352

Depois de minha aventura em busca desse livro, finalmente consegui. Foram duas semanas na lista de espera da biblioteca da escola para conseguir pegar Delírio, mas a espera valeu a pena. Lauren Oliver foi umas das surpresas que eu tive esse ano. Primeiro, Antes Que Eu Vá, e agora, ela chega com essa série de arrasar que é Delirium. Para começar, a Intrínseca simplesmente arrasou com essa capa! Na foto ela parece ser azul, mas ao vivo, ela é um azul metálico lindo! Esse foi um daqueles livros que eu quebro a minha primeira regra para escolher um livro: julgar pela capa. Tudo bem, não é julgar, mas eu acho que a capa tem um peso enorme na escolha do livro.

Enfim, a princípio, Delírio é mais um livro que trata o amor como foco, mas pela primeira vez, eu li um livro em que o amor é o “vilão” da história, e não o mocinho. Bem, durante as páginas, conhecemos Lena, uma garota norte-americana, que anseia logo pela chegada de seus 18 anos, mas não pelos motivos que conhecemos. Na sociedade futurista em que a narrativa se passa, o amor é uma doença, e, ao completar 18 anos, você recebe a interferência e se vê livre da doença.

Lauren Oliver entrou na onda dos livros sobre distopias ou seja, uma sociedade anti-utópica, que a princípio parece perfeita, mas é totalitária e rigorosa, com um forte comando e criou um futuro paralelo onde a Sociedade controla tudo. E, já que o amor é uma doença, óbvio que não poderia faltar uma boa dose de romance no livro! E é ai que entra o Alex. As rotineiras corridas de Lena com sua melhor amiga passam a ter segundas intenções, as idas noturnas à casa Hana são apenas uma cobertura para as saídas com o garoto. E, de repente, tudo o que ela sempre conheceu e achou que era certo, passou a não fazer sentido.

Essa coisa de um mundo sem amor é estranho. A maneira como a autora mostra isso se encaixa perfeitamente na imagem de um mundo sem amor: vazio, frio, sem sentido… É interessante nesse tipo de livro ver o desenvolvimento da personagem. Começamos com uma Lena toda certinha e quadradona, morrendo de vontade de fazer a intervenção, mas, quando ela percebe que o amor não é tão ruim, ela inverte de papel com sua melhor amiga, a garota atirada, que não liga para as regras e que só pensa, bem, no amor.

 Não sei se posso chamar isso de um novo gênero, mas adorei essa coisa toda de sociedade controladora, distópica. Tanto que já li outro livro sobre esse assunto que a resenha deve sair essa semana ainda. Achei algumas cenas com a meia-irmã muito fofas enquanto outras cenas achei meio desnecessárias. A Lena passa de uma personagem sem sal para uma garota cheia de personalidade e com cabeça. Lauren Oliver está ganhando um espaço cada vez maior na minha estante e um carinho enorme. A maneira com a qual ela passa suas ideias em sua narrativa, é incrível!