Era Uma Vez: A Fera

“Era Uma Vez” é um meme no qual eu falarei sobre um livro que virou filme ou vice-versa.

Classificação: 12 anos
Diretor: Daniel Barnz
Elenco: Alex Pettyfer, Vanessa Hudgens, Mary-Kate Oslen, Neil Patrick Harris, Lisa Gay Hamilton
Duração: 86 min

Efeitos Especiais/Maquiagem: ✭✭✭✭

Fidelidade ao livro/Adaptação: ✭✭

Trilha Sonora: ✭✭

Detalhes importantes: ✭✭

Total: ✭✭

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Travessia (Destino #2) ~ Ally Condie

Em busca de um futuro que pode não existir e tendo que decidir com quem compartilhá-lo, a jornada de Cassia às Províncias Exteriores em busca de Ky – levado pela Sociedade para uma morte certa –, mas descobre que ele escapou, deixando uma série de pistas pelo caminho. A busca de Cassia a leva a questionar o que é mais importante para ela, mesmo quando vislumbra um diferente tipo de vida além das fronteiras. Mas, à medida que Cassia tem certeza sobre o seu futuro com Ky, um convite para uma rebelião, uma inesperada traição e uma visita surpresa de Xander – que pode ter a chave para revolta e, ainda, para o coração de Cassia – mudam o jogo mais uma vez. Nada é como o esperado em relação à Sociedade, onde ilusão e traição fazem um caminho ainda mais confuso. (Sinopse do Skoob)

Travessia (Destino #2) – Ally Condie

 ISBN: 978-85-8105-074-4

Editora: Suma de Letras

Ano de Lançamento: 2012

Estrelas: 4 de 5

Páginas: 280

Eu tive que ler esse livro duas vezes antes de vir fazer essa resenha. Duas vezes. Por quê? Bem, quando eu terminei de ler pela primeira vez, eu estava muito confusa com algumas passagens e não tinha entendido algumas coisas. Então, eu reli Destino e li novamente Travessia depois disso. E acho que essa foi uma das melhores decisões que eu poderia ter feito.

No segundo volume da série Destino, vemos a luta de Cassia para sobreviver longe da Sociedade, em busca de seu amado Ky. E o livro é basicamente isso. Ambos tentando sobreviver e tentando chegar um ao outro.

Eu estava esperando muito, mas muito mesmo desse livro. E acho que foi por isso que eu acabei me decepcionando um pouco. Embora eu adore o que a Ally Condie fez nesse livro, a alternância de pontos de vista, eu achei que ficou um pouco bagunçado, mesmo ela dizendo de quem é cada capítulo.

Outra coisa foi que eu achei a história muito enrolada em alguns pontos. Algumas passagens eu também julguei um pouco desnecessárias e eu ainda estou tentando entender a importância de alguns personagens nesse livro. Espero que tudo se explique no próximo.

Musical Quote #27

Pra começar eu queria pedir desculpas por ter ficado essa semana sem atualizar o blog. Eu estou com um ritmo de leitura muito lento, com problemas de conexão e ainda eu tive problemas com a leitura que eu estava fazendo (resenha na quarta). Mas eu deixo isso pro post da resenha. Essa música é bem velhinha, mas eu ainda adoro, espero que vocês gostem também.

There’s a room where the light won’t find you, holding hands while the walls come tumbling down, when they do i’ll be right behind you. So glad we’ve almost made it, so sad they had to fade it. Everybody wants to rule the world

O Que Você Quer Ver No Blog?

Leitores lindos do meu coração, eu quero a opinião de vocês!

Já tem um tempo que eu estou querendo colocar mais coisas aqui no blog, colunas fixas além da Musical Quote, Conte um Conto, Era Uma Vez e o Top 5, porque só uma delas e semanal, então o blog é atualizado entre três e quatro vezes por semana. E eu queria a opinião de vocês para melhorar o blog cada vez mais!

É por isso que eu estou pedindo para vocês deixarem sugestões de posts aqui nos comentários ou pela aba Contato aqui em cima! A opinião de vocês é tudo, e o blog só vai melhorar com a ajuda de vocês!

Beijos e obrigada,

Musical Quote #26

Eu ia colocar a versão original dessa música. Sério! Mas aí semana passada saiu o primeiro episódio da Season 4 de Glee e eu não coloquei nada aqui, e como eu A-M-E-I essa cena, fica por isso mesmo =)

Should I give up, or should I just keep chasing pavements? Even if it leads nowhere. Or would it be a waste? Even if I knew my place should I leave it there? Should I give up, or should I just keep chasing pavements? Even if it leads nowhere…

Terrível Encanto (Wicked Lovely #1) ~ Melissa Marr

Eu queria me desculpar, essa resenha era pra ter saído na quarta-feira, mas eu estava sem internet em casa, conseguindo usar só a do colégio, que tem limite de uma hora por dia por aluno, então eu tinha que focar em lições e pesquisas e na quinta-feira – quando eu tive tempo – a conexão caiu quando eu estava upando a resenha, aí eu perdi tudo e não consegui terminar na quinta, então, desculpem pela demora.

Desde pequena, Aislinn possui um dom especial – a Visão, que permite que ela perceba os seres encantados que circulam entre os humanos, invisíveis para a maioria dos mortais. Mas, ao contrário do que as histórias infantis sugerem, as fadas podem ser extremamente perversas e egoístas, a ponto de machucarem as pessoas de propósito. Aislinn mora na decadente cidade de Huntsdale, nos Estados Unidos e sempre viveu pautada por três normas básicas. Regra número 3: não encare as criaturas invisíveis. Regra número 2: não responda a criaturas mágicas invisíveis. Rega número 1: nunca desperte a atenção dos seres mágicos. Mas, mesmo com todos os seus cuidados, Ash, como a jovem também é conhecida, quebra todas as regras num mesmo dia ao ser descoberta por Keenan, o Rei do Verão. Há nove séculos, o deslumbrante rei procura por aquela que será a sua rainha, a Rainha do Verão. Apesar de todo seu horror ao mundo das fadas, Aislinn sente-se cada vez mais atraída pelo universo fantástico a sua volta, ainda que isso coloque sua vida em risco. No meio desses seres encantados e poderosos, Aislinn quer apenas ter uma vida normal, mas será que ela conseguirá fugir de um destino para o qual parece não haver escapatória? E se falhar… o que virá depois. (Sinopse do Skoob)

Terrível Encanto (Wicked Lovely #1) – Melissa Marr

 ISBN: 978-85-7980-083-2

Editora: Rocco

Ano de Lançamento: 2011

Estrelas: 3 de 5

Páginas: 357

Depois que eu li o conto da Melissa Marr em Amores Infernais, – mesmo que eu não tenha gostado do conto em si – eu fiquei curiosa para ler a série dela. E esses dias, conversando com uma amiga sobre livros, eu descobri que ela tinha Terrível Encanto, o primeiro livro da série.  Não perdi a deixa e logo pedi emprestado para ela. No dia seguinte, o livro estava em minhas mãos.

O primeiro livro da série Wicked Lovely conta a história de Aislinn, uma garota aparentemente normal, mas que desde pequena, tem que lidar com coisas que ninguém sabe que existe: os seres mágicos. Aislinn tem o dom da Visão e sua avó a criou basicamente seguido três regras que a menina nunca deveria quebrar: “Não encare os seres encantados invisíveis; não fale com os seres encantados invisíveis; não chame a atenção dos seres encantados invisíveis”, mas parece que essa última está sendo um pouco difícil de ser seguida.

O que aconteceu com esse livro, foi meio que o oposto do conto. Eu não gostei da personagem principal dessa vez. Achei a Aislinn muito “Oh meu Deus, o Seth, o Seth, o Seth”… Só pra deixar claro, Seth é o crush humano da personagem. A ideia da história é muito legal, envolver mitologia de fadas e outras criaturas desse gênero, mas o jeito que a Melissa Marr desenvolveu… Achei muito enrolado e a personagem muito chata.

Eu sinceramente, terminei de ler só por pura curiosidade, e acho que foi isso que salvou um pouco. O clifhanger que eu entendi no final do livro, abriu vários caminhos para serem continuados no próximo livro, tanto que ele já está aqui comigo!

Bem, vamos ver como é que fica agora…

Musical Quote #25

Adivinhem: Não é Glee!!!  Isso mesmo! Haha, mas Glee vai fazer cover dessa música no episódio dessa quinta, então… Enfim, essa música é da trilha sonora de As Vantagens de Ser Invisível, eu quero muito ler o livro, ver o filme… A música é muito bonitinha, então, aproveitem!

It’s time to begin, isn’t it? I get a little bit bigger but then I’ll admit, I’m just the same as I was. Now don’t you understand that I’m never changing who I am.

Cidade de Vidro (Os Instrumentos Mortais #3) ~ Cassandra Clare

Clary está à procura de uma poção para salvar a vida de sua mãe. Para isso, ela deve viajar até a Cidade de Vidro, lar ancestral dos Caçadores de Sombras, criando um portal sozinha. Só mais uma prova de que seus poderes estão mais sofisticados a cada dia.

Para Clary, o perigo que isso representa é tão ou menos assustador quanto o fato de que Jace não a quer por perto. Mas nem o fora de Jace nem estar quebrando as regras irão afastá-la de seu objetivo: encontrar Ragnor Fell, o feiticeiro que pode ajudá-la a curar a mãe.

Cidade de Vidro (Os Instrumentos Mortais #3) – Cassandra Clare

 ISBN: 978-85-01-08716-4

Editora: Galera Record

Ano de Lançamento: 2011

Estrelas: 5 de 5

Páginas: 474

ATENÇÃO: ESSA RESENHA PODE CONTER SPOILERS

Eu literalmente acabei de terminar de ler esse livro e a única coisa que eu posso dizer sobre ele é WOW! Eu não tenho comentários negativos sobre esse livro, em nenhum ponto! Eu mal estou conseguindo fazer essa resenha, para vocês terem ideia. Bem, Cidade de Vidro é o terceiro livro da série Os Instrumentos Mortais e de longe o melhor.

O livro em si é uma montanha russa emocional. Um monte de coisas que tinham acontecido no livro anterior tem importância nesse volume e o que tinha me deixado mais em choque durante a leitura de Cidade das Cinzas é explicada nesse livro. E, nossa, que leitura.

Essa com certeza foi uma das melhores leituras do ano e também uma das mais emocionantes. Eu, sendo uma pessoa muito emotiva, tenho o costume de chorar em alguns livros, mas nesse eu chorei tanto, mais tanto que uma vizinha veio me perguntar se eu estava bem. Aí depois disso eu comecei a gritar de alegria, rir… Como eu disse aí em cima, montanha russa emocional.

Cidade de Vidro começa pouco depois do ponto onde termina o livro anterior. Como eu já comentei na última resenha, eu adorei isso nos livros da Cassandra Clare. Outra coisa que me chama muita atenção em todos os livros, mas que ganha mais destaque nesse é a mudança da narração. O livro inteiro é narrado em terceira pessoa, mas o personagem principal da narração não é sempre a Clary, e isso deixa a narrativa mais interessante e viciante. O leitor consegue ver como coisas diferentes estão interligadas sem uma ou outra personagem saber disso!

Enfim, a história gira em torno de Clary tentando achar o antídoto para “acordar” sua mãe e na viagem dela para Idris e Alicante. Eu não vou entrar muito em detalhes para não entregar muitos spoilers, mas eu posso dizer que o conflito já começa nas primeiras 30 páginas porque Jace não quer deixar Clary atravessar o portal para Alicante.

Em teoria, esse seria o último volume da série, mas, felizmente, a Cassandra Clare decidiu escrever mais três livros, além de uma trilogia como prequel e uma como sequel. Ou seja, 12 livros!! O livro tem cara de último de saga, sabe? Com final feliz, todos juntos… Eu agora estou louca para ler Cidade dos Anjos Caídos, que será lançado no final do mês pela Galera Record, e descobrir como a autora vai dar continuidade para a série.

Bem, uma enorme montanha russa emocional, super indicação a série Os Instrumentos Mortais! Fica a dica!

Cidade das Cinzas (Os Instrumentos Mortais #2) ~ Cassandra Clare

No mundo dos Caçadores de Sombras, ninguém está seguro. E agora que Clary descobriu fazer parte do perigoso Submundo, sua vida nunca mais será a mesma. Jace, seu recém-descoberto irmão, está cada vez mais impossível, e não parece medir esforços para enfurecer a todos. E sua atitude de bad boy não ajuda em nada quando, após o roubo do segundo dos Instrumentos Mortais, a Inquisidora aparece no Instituto para interrogá-lo… Agora Jace é suspeito de ajudar o pai, o perverso Valentim, num plano que vai colocar em risco não só Idris ou o Submundo, mas toda a cidade de Nova York. E Clary não pode deixar de se perguntar: será que as ironias de Jace são só uma forma de chamar atenção, ou também pode haver uma traição por trás de tanto mistério?

Cidade das Cinzas (Os Instrumentos Mortais #2) – Cassandra Clare

 ISBN: 978-85-01-08715-7

Editora: Galera Record

Ano de Lançamento: 2011

Estrelas: 5 de 5

Páginas: 404

Toda vez que eu vou ler a continuação de uma série, eu vou com um pouco de receio. Receio de que a essência do primeiro livro se perca, mas conforme eu fui lendo Cidade das Cinzas, esse receio sumiu completamente. No final do primeiro livro, Cassandra Clare deixou um cilfhanger que abria caminho para várias possibilidades no segundo, mas ela escolheu seguir um caminho que eu achei muito interessante.

Esse livro começa exatamente onde o último terminou, e acho que isso dá um ritmo muito bom para a história. O leitor não se perde entre os dois livros e não fica se perguntando o que aconteceu. No segundo volume da série, Clary está tentando se adaptar a sua vida nova e tudo só piora quando ela descobre algumas coisas sobre sua vida passada.

Tem muita gente que fala que esse é o livro mais fraco da série por enquanto, que decepciona quando comparado em relação a Cidade dos Ossos. Mas eu não achei. Todo o conflito que gira em torno desse segundo livro da série Os Instrumentos Mortais mais a narrativa envolvente de autora me fizeram ler as 404 páginas em cerca de dois dias.

Ainda nesse segundo livro, somos introduzidos a novos conceitos do mundo criado pela autora. Eu adoro essas viagens que os autores nos fazem ter durante as leituras. Esses mundos que eles conseguem criar nos fazem esquecer de qualquer outra coisa. Eu estou fascinada pelo mundo criado pela Cassandra Clare. Cidade de Vidro, aí vamos nós!

Musical Quote #24

Assim, eu já AMAVA essa música desde 2009, mais ou menos. Só que, lá estava eu, ano passado, vendo Glee inocentemente quando aparece o delicioso Darren Criss e faz um cover dessa música. Eu surtei tão lindamente… Enfim, eu acho essa música muito linda, ela conta toda uma história e tals… Pra vocês terem uma ideia, eu escrevi uma fanfic de 18 capítulos baseada nessa música. olha a loucura da menina

Oh simple thing where have you gone, I’m getting old and I need something to rely on. So tell me when you’re gonna let me in, I’m getting tired and I need somewhere to begin. So and if you have a minute why don’t we go, talk about it somewhere only we know? This could be the end of everything, so why don’t we go, somewhere only we know? Somewhere only we know?