O Chamado do Cuco ~ Robert Galbraith

Quando uma perturbada modelo despenca para a morte de uma varanda coberta de neve, fica assumido que ela cometera suicídio. Entretanto, seu irmão tem suas dúvidas e telefona um detetive particular, Cormoran Strike, para investigar o caso.

Strike é um veterano de guerra – ferido física e psicologicamente – e sua vida está uma bagunça. O caso lhe fornece uma salvação financeira, porém com um custo pessoal: quanto mais ele se aprofunda no complexo mundo da jovem modelo, mais sombrias as coisas vão se tornando – e mais perto ele fica do terrível perigo… Um elegante e dominante mistério mergulhado na atmosfera de Londres – desde as silenciosas ruas de Mayfair aos bares clandestinos de East End até a agitação de Soho.

O Chamado do Cuco – Robert Galbraith

 ISBN: 978-85-3252-873-5

Editora: Rocco

Ano de Lançamento: 2013

Estrelas: 4 de 5

Páginas: 448

Tenho que confessar: o fato de J. K. Rowling ser Robert Galbraith não interferiu muito na escolha do livro. Tudo bem que, de certa maneira, me fez ficar mais ansiosa para lê-lo, mas eu tenho gostado bastante de histórias envolvendo detetives/espiões/agentes secretos. Além disso, todas as críticas positivas que o livro estava recebendo antes do pseudônimo ser revelado faziam com que O Chamado do Cuco vira-se um de meus queridinhos na lista de leitura.

O livro conta a história de Cormoran Strike, um veterano de guerra que tenta ganhar a vida como detetive particular. Mas não são apenas os negócios que não têm ido bem: além de estar recebendo poucos clientes, seu noivado terminou e ele agora está morando no próprio escritório. Além disso, agora ele tem uma nova assistente, Robin, para bancar. Mesmo que seja apenas por uma semana.

No entanto, a morte de Lula Landry, que aconteceu três meses antes e teve suas investigações finalizadas, ainda assombra seu irmão, John Bristow, que acaba contratando Strike para retomar as investigações, convencido que a morte de sua irmã não foi suicídio. Daí em diante, mesmo sendo contra no começo, o detetive vai falando com seus contatos e com amigos da vítima para conseguir chegar à verdadeira morte de Lula.

A narrativa, por mais que seja um pouco lenta no começo do livro, logo começa a se desenvolver e rapidamente O Chamado do Cuco se torna viciante e praticamente impossível de se largar. A história passa a correr num ritmo bastante acelerado, mesmo tendo poucas cenas de ação. Aquelas em que Strike está “apenas” investigando são por si só bastante diferentes, aprendemos a maneira como ele trabalha e acho que isso é um dos pontos mais altos do livro.

Ao mesmo tempo, conhecemos a vida pessoal do protagonista e também de Robin, que acabou se mostrando muito além de quem eu esperava, ela não é apenas a secretária dele, mas praticamente sua cúmplice.

Sinceramente, o estilo de narrativa em alguns momentos chega a lembrar a de Harry Potter mas, se a informação de que Robert Galbraith e J. K. eram a mesma pessoa, eu jamais suspeitaria. Me senti durante vários momentos presa ao livro, querendo saber o que realmente aconteceu com Lula e, principalmente, como Strike solucionaria o caso.

O segundo livro de Galbraith, The Silkworm, já foi lançado no exterior e a Rocco já confirmou o lançamento para ainda o ano de 2014. Se eu estou ansiosa? Bastante.

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Convergente (Divergent #3) ~ Veronica Roth

A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. Portanto, diante da chance de explorar o mundo além dos limites que ela conhecia, Tris não hesita. Talvez, assim, ela e Tobias possam ter uma vida simples e nova juntos, livres de mentiras complicadas, lealdades suspeitas e memórias dolorosas.

No entanto, a nova realidade de Tris torna-se ainda mais alarmante do que aquela deixada para trás. Antigas descobertas rapidamente perdem o sentido. Novas verdades explosivas transformam os corações daqueles que ela ama. Então, mais uma vez, Tris é obrigada a compreender as complexidades da natureza humana  – e a si mesma –, enquanto convergem sobre ela escolhas impossíveis que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor.

Convergente (Divergent #3) – Veronica Roth

 ISBN: 978-85-7980-186-0

Editora: Rocco

Ano de Lançamento: 2014

Estrelas: 3 de 5

Páginas: 526

Sabe tudo aquilo que Divergente Insurgente foram? Toda aquela ação dos dois primeiros livros que não deixavam a gente largar o livro em nenhum momento? Eu senti falta disso em Convergente, e não é que o livro não teve ação. Teve, mas…

Depois do video revelador de Edith Prior, o sistema de facções começou praticamente a se auto-destruir. TrisQuatro e seus amigos se vêm sem opção a não ser apoiar o novo sistema de Evelyn, a líder dos sem facções. Isso até eles conseguirem fugir de Chicago e descobrirem o que há de tão misterioso do outro lado da cerca. E, realmente, não era nada que eles esperavam.

Conforme o tempo vai passando, eles vão fazendo descobertas que os fazem perceber que a vida em Chicago não passou de uma grande manipulação, e que as coisas podem piorar ainda mais para os que estão lá dentro. Momentos do passado são revelados, deixando alguns mistérios no ar que, durante o livro, são revelados.

Depois de dois livros cheios de ação, eu esperava que o terceiro e – até então – último livro da série tivesse tanta ou mais ação. Talvez eu tenha me precipitado um pouco com isso. Por mais que seja a conclusão de Divergent, que muitas coisas tivessem que ser explicadas e que mais questões tenham aparecido durante a leitura, eu esperava que embarcássemos mais uma vez nas aventuras de Tris.

Convergente é narrado tanto pela Tris quanto pelo Quatro, o que em alguns pontos do livro, – os com mais explicações e os de adaptação com a nova vida – deixa a leitura mais interessante e menos monótona. No entanto, às vezes era difícil lembrar-se de quem era o narrador do capítulo.

Para aqueles que leram o livro, não, eu não gostei por causa daquele spoiler. O final é diferente da maioria das séries, e isso traz à Veronica Roth um respeito ainda maior meu. Ela não se manteve ao comum, e isso é difícil.

Porém, eu achei o desenrolar do livro lento, enrolado. Sim, era muita informação, mas houve momentos em que eu simplesmente tinha que parar de ler para não dormir. Por mais que o livro tenha sido um pouco decepcionante, a trilogia Divergent como um todo com certeza faz parte da minha lista de favoritos. O mundo criado pela autora é incrível e eu estou ansiosa para o lançamento de Four.

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|Filme| Universidade Monstros ~ Dan Scanlon

Mike Wazowski (Billy Crystal) e James P. Sullivan (John Goodman) são uma dupla inseparável em Monstros S.A., mas nem sempre foi assim.

Quando se conheceram na universidade, os dois jovens monstros se detestavam, com Mike sendo um sujeito estudioso, mas não muito assustador, e Sulley surgindo como o cara popular e arrogante, graças ao talento inerente para o susto.

Após um incidente durante um teste, os dois são obrigados a participarem da mesma equipe na olimpíada dos sustos. A equipe, por sinal, é formada por uma série de monstros desajustados, para o desespero de Sulley, acostumado a conviver com os caras mais populares da escola.

Universidade Monstros

Diretor: Dan Scanlon

Elenco: Billy Crystal, John Goodman, Peter Sohn

Ano de Lançamento: 2013

Estrelas: 3 de 5

Depois de doze anos esperando por uma sequência, ganhamos um prelúdio! Universidade Monstros vai contar a história de como os amigos Mike Wazowski e James P. Sullivan (o Sully) se conheceram. E tudo isso vai acontecer na famosa MU, a Monsters University, ou simplesmente Universidade Monstros. E, olha, o a dupla inseparável nem sempre foi assim…

Como se pode ver na própria sinopse, os dois monstros não se davam muito bem. Mike era o estudioso, dedicado, enquanto Sully era o popular, que não fazia nada. Eles acabam discutindo durante uma aula e isso gera um acidente que vai fazer com que os dois se unam em uma equipe para participar da Olimpíada dos Sustos e terem a chance de dar a volta por cima. Acontece, que a equipe não é lá a melhor… Ela é formada apenas por monstros integrantes da fraternidade mais nerd e excluída do campus. Vencer não vai ser nada fácil, mas é aí que os dois começam a criar o vínculo de amizade que vemos em Monstros S. A..

Eu não posso dizer que fui esperando muita coisa do filme. Eu estava apenas animada para ver a “continuação” de um dos filmes que marcou minha infância. O filme acabou sendo melhor do que eu esperava, mas não excelente, nem ótimo. Há bastante cenas que me fizeram rir, mas nenhuma delas causou aquela cena linda de o cinema inteiro rindo loucamente. Tem também alguns momentos bem fofinhos, alguns momentos reveladores que explicam coisas importantes do primeiro filme…

Eu gostei do filme. Não é “Oh meu Deus, esse filme é perfeito e eu vou vê-lo mais quinhentas vezes”. Ele é bom. Se eu assistiria de novo? No cinema, não, mas em DVD já é outra história. Para quem já viu o primeiro, eu acho legal ir ver Universidade Monstros, para entender alguns pontos importantes do primeiro filme e dar umas risadas.

Perfeitos (Uglies #2) ~ Scott Westerfeld

Finalmente, Tally é uma perfeita.

A cirurgia foi um sucesso, sua vida em Nova Perfeição é ótima e a fama de feia rebelde faz dela uma celebridade!

Mas, quando ela não consegue ver nenhum defeito em sua nova fase, um enfumaçado aparece e faz com que Tally se lembre de tudo…

Agora, Tally terá de enfrentar seu maior desafio e entender que, no mundo de Feios, nem sempre a aparência condiz com a realidade.

Perfeitos (Uglies #2) – Scott Westerfeld

 ISBN: 978-85-01-08371-5

Editora: Galera Record

Ano de Lançamento: 2010

Estrelas: 4 de 5

Páginas: 382

Mais um, mais um! Como sempre acontece em séries, a gente vem com uma enorme expectativa para o segundo livro e… Não é aquilo que a gente espera. Não estou reclamando de maneira alguma do livro, apenas não foi o que eu esperava.

Bem, em Perfeitos, vemos uma Tally nova. O livro começa mais ou menos do mesmo jeito que o primeiro volume da série. O autor nos introduz ao mundo que criou, porém, diferente do primeiro livro, Tally agora vive em Nova Perfeição. Ela é uma perfeita e não se lembra de nada do que aconteceu nos meses anteriores em que esteve na Fumaça. Nem de ninguém de lá.

Mesmo perfeita, ela continua se metendo em várias confusões, o que leva ela a ser aceita nos Crims, um dos grupos da Nova Perfeição. Shay, sua melhor amiga desde a época de feia, também está envolvida com os Crims e é ela que apresenta Tally a Zane, o líder do grupo. E tudo está correndo super bem até que em uma festa, um enfumaçado aparece e faz nossa protagonista se lembrar de tudo.

Embora eu tenha adorado o livro, eu achei ele um pouco enrolado em alguns pontos que foi principalmente o que fez ele cair de cinco para três estrelas. A outra coisa que fez o livro perder pontos foi que uma das personagens fica variando entre amiga da protagonista e antagonista. Tem uma hora que isso cansa.

Uma coisa que eu gostei muito em Feios e que o Scott Westerfeld fez novamente aqui foi dividir o livro em partes, cada uma delas com um foco diferente. Isso torna a leitura mais fácil na minha opinião. No meio de toda a bagunça que está acontecendo, o autor ainda começa a desenvolver um romance entre dois personagens, o que eu achei muito bom.

Leiam mesmo assim. Não se deve desistir de uma série como Uglies só porque o segundo livro não é assim tão bom. Eu posso dizer que o próximo livro vai fazer tudo valer a pena.

Era Uma Vez: Eclipse (Twilight Saga #3)

“Era Uma Vez” é um meme no qual eu falarei sobre um livro que virou filme ou vice-versa.

Classificação: 14 anos
Diretor: David Slade
Elenco: Kristen Stewart, Robert Pattinson, Billy Burke, Taylor Lautner
Duração: 124 min

Efeitos Especiais/Maquiagem: ✭✭

Fidelidade ao livro/Adaptação: ✭✭✭✭

Trilha Sonora: ✭✭✭

Detalhes importantes: ✭✭✭✭

Total: ✭✭✭

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Terrível Encanto (Wicked Lovely #1) ~ Melissa Marr

Eu queria me desculpar, essa resenha era pra ter saído na quarta-feira, mas eu estava sem internet em casa, conseguindo usar só a do colégio, que tem limite de uma hora por dia por aluno, então eu tinha que focar em lições e pesquisas e na quinta-feira – quando eu tive tempo – a conexão caiu quando eu estava upando a resenha, aí eu perdi tudo e não consegui terminar na quinta, então, desculpem pela demora.

Desde pequena, Aislinn possui um dom especial – a Visão, que permite que ela perceba os seres encantados que circulam entre os humanos, invisíveis para a maioria dos mortais. Mas, ao contrário do que as histórias infantis sugerem, as fadas podem ser extremamente perversas e egoístas, a ponto de machucarem as pessoas de propósito. Aislinn mora na decadente cidade de Huntsdale, nos Estados Unidos e sempre viveu pautada por três normas básicas. Regra número 3: não encare as criaturas invisíveis. Regra número 2: não responda a criaturas mágicas invisíveis. Rega número 1: nunca desperte a atenção dos seres mágicos. Mas, mesmo com todos os seus cuidados, Ash, como a jovem também é conhecida, quebra todas as regras num mesmo dia ao ser descoberta por Keenan, o Rei do Verão. Há nove séculos, o deslumbrante rei procura por aquela que será a sua rainha, a Rainha do Verão. Apesar de todo seu horror ao mundo das fadas, Aislinn sente-se cada vez mais atraída pelo universo fantástico a sua volta, ainda que isso coloque sua vida em risco. No meio desses seres encantados e poderosos, Aislinn quer apenas ter uma vida normal, mas será que ela conseguirá fugir de um destino para o qual parece não haver escapatória? E se falhar… o que virá depois. (Sinopse do Skoob)

Terrível Encanto (Wicked Lovely #1) – Melissa Marr

 ISBN: 978-85-7980-083-2

Editora: Rocco

Ano de Lançamento: 2011

Estrelas: 3 de 5

Páginas: 357

Depois que eu li o conto da Melissa Marr em Amores Infernais, – mesmo que eu não tenha gostado do conto em si – eu fiquei curiosa para ler a série dela. E esses dias, conversando com uma amiga sobre livros, eu descobri que ela tinha Terrível Encanto, o primeiro livro da série.  Não perdi a deixa e logo pedi emprestado para ela. No dia seguinte, o livro estava em minhas mãos.

O primeiro livro da série Wicked Lovely conta a história de Aislinn, uma garota aparentemente normal, mas que desde pequena, tem que lidar com coisas que ninguém sabe que existe: os seres mágicos. Aislinn tem o dom da Visão e sua avó a criou basicamente seguido três regras que a menina nunca deveria quebrar: “Não encare os seres encantados invisíveis; não fale com os seres encantados invisíveis; não chame a atenção dos seres encantados invisíveis”, mas parece que essa última está sendo um pouco difícil de ser seguida.

O que aconteceu com esse livro, foi meio que o oposto do conto. Eu não gostei da personagem principal dessa vez. Achei a Aislinn muito “Oh meu Deus, o Seth, o Seth, o Seth”… Só pra deixar claro, Seth é o crush humano da personagem. A ideia da história é muito legal, envolver mitologia de fadas e outras criaturas desse gênero, mas o jeito que a Melissa Marr desenvolveu… Achei muito enrolado e a personagem muito chata.

Eu sinceramente, terminei de ler só por pura curiosidade, e acho que foi isso que salvou um pouco. O clifhanger que eu entendi no final do livro, abriu vários caminhos para serem continuados no próximo livro, tanto que ele já está aqui comigo!

Bem, vamos ver como é que fica agora…

Era Uma Vez: Eu Sou o Número 4

“Era Uma Vez” é um meme no qual eu falarei sobre um livro que virou filme ou vice-versa.

Classificação: 14 anos
Diretor: D. J. Caruso
Elenco: Alex Pettyfer, Teresa Palmer, Timothy Olyphant, Dianna Agron, Kevin Durand, Callan McAuliffe, Jake Abel
Duração: 114 min

Voltando com a coluna Era Uma Vez, agora é a vez da adaptação de Eu Sou o Número Quatro passar por aqui! Minha intenção é manter essa coluna como mensal, na última sexta-feira do mês, mas não sei se vou conseguir, então…

Efeitos Especiais: ✭✭✭✭✭

Fidelidade ao livro/Adaptação: ✭✭✭✭

Trilha Sonora: ✭✭

Detalhes importantes: ✭✭✭

Total: ✭✭✭

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A Rainha da Fofoca Fisgada (Rainha da Fofoca #3) ~ Meg Cabot

“É o casamento mais badalado do século! As coisas parecem estar dando supercerto para Lizzie Nichols. Ela está trabalhando com o que mais ama (restauração de vestidos de noiva), e seu namorado, Luke, enfim a pediu em casamento. A vida começa a se transformar num redemoinho de provas de vestidos brancos – não necessariamente o dela – enquanto Lizzie se prepara para realizar seu maior sonho. Mas ele logo se torna um pesadelo quando o padrinho, Chaz, anuncia sua total falta de apoio à união, sentimento que Shari, a madrinha, por acaso compartilha. Os pais do casal também têm suas preocupações. A família de Lizzie não entende por que ela não quer fazer a cerimônia no quintal da mãe. Já os parentes franceses, tão educados, parecem querer afastar o noivo sorrateiramente da faculdade de medicina e fazer com que ele volte a trabalhar num banco de investimentos. Não bastasse tudo isso, Lizzie começa a se perguntar se seu príncipe encantado é assim tão perfeito quanto achava. Será que ela está mesmo pronta para abraçar seu novo papel de esposa e abrir mão de tudo que conquistou em Nova York? Ou será que o destino guarda outros planos para nossa querida rainha da fofoca?”

A Rainha da Fofoca Fisgada – Meg Cabot

ISBN: 978-85-01-08538-2

Editora: Galera Record

Ano de Lançamento: 2011

Estrelas: 3 de 5

Páginas: 448

Sabe todo o entusiasmo que eu tinha no final de A Rainha da Fofoca em Nova York? Então, tudo se perdeu nesse livro.

O foco de A Rainha da Fofoca Fisgada é a preparação para o casamento da nossa fofoqueira com o seu príncipe encantado, Luke.  E isso acaba, com o passar da narrativa, se tornando muito chato. Além disso, ela enfrenta uma noiva mega problemática, a loja do Mr. Henri, sua família está passando por umas dificuldades e, bem, ninguém aprova seu casamento!

Nesse terceiro volume, percebemos que a Lizzie continua a mesma em alguns sentidos, e a Meg transforma um dos melhores personagens num tremendo idiota. Não que isso tenha sido ruim, acho que deu um rumo diferente ao livro! O desenvolvimento de um outro personagem me agradou muito! No começo da série, ele não passava de um personagem secundário, e gostei muito que a autora fez ele crescer lentamente durante esses três volumes!

Mas, não sei… Achei meio enrolada a história. A Lizzie é fofinha em algumas partes, mas em outras, se torna uma drama queen! O que realmente me fez dar três estrelas pra esse livro foi o desenvolvimento de personagens secundários a maneira que a Meg fez com que a Lizzie agisse sobre pressão. Parece que ela liga na tomada quando está sendo pressionada, e isso é muito legal!

O livro finaliza a série Rainha da Fofoca, mas não é daqueles que fecha com chave de ouro, sabe? Muita enrolação pro meu gosto…

O Roteiro Inesperado de Fani (Fazendo meu Filme #3) ~ Paula Pimenta

“O livro começa com Estefânia Castelino Belluz, a Fani, retornando de uma temporada na Inglaterra com onze quilos a mais em relação ao início da

viagem. Ao voltar para casa, percebe que sua mãe quer continuar dizendo o que ela deve ou não fazer, algo que ela não aceita muito bem, pois se

acostumou a tomar as próprias decisões durante sua estada no exterior, vivendo longe dos amigos, da família e conhecendo melhor seus sentimentos

O Roteiro Inesperado de Fani (Fazendo Meu Filme #3) – Paula Pimenta

ISBN: 978-85-89239-39-4

Editora: Gutenberg

Ano de Lançamento: 2010

Estrelas: 3 de 5

Páginas: 424

ATENÇÃO: ESSA RESENHA PODE CONTER SPOILERS. SE VOCÊ AINDA NÃO LEU A ESTREIA DE FANI E FANI NA TERRA DA RAINHA, TENHA CUIDADO!

Tem muita gente que considera esse livro o melhor livro da série Fazendo Meu Filme. Eu, sinceramente, não gostei.

O livro começa quando a nossa querida Fani volta de seu intercâmbio da Inglaterra. Como vocês leram na sinopse aqui em cima, ela tenta se adaptar à sua nova (velha) vida. Quem já leu os primeiros livros da série, sabe toda a complicação amorosa que ela deixou no Brasil quando foi pra Inglaterra e todos os problemas que ela deixou lá quando voltou para o Brasil. Ela passa grande parte do livro tentando organizar essas ideias e, mesmo estando de volta ao Brasil com uma namorado muuuuuuito fofo, ela continua com a mente na Inglaterra e num certo ator. Some isso ao fato de que ela está com toda a pressão de vestibular e tem altas brigas com sua mãe com a questão de qual faculdade ela fará.

Achei o livro muito enrolado. O que salva, são alguns pontos altos da narrativa, principalmente no final do livro. Algumas passagens, para mim, foram um pouco desnecessárias. Mas, não dá pra desistir de uma série por causa de meio livro, certo? Se fosse assim, eu não teria lido Crepúsculo até o fim, Fallen até o fim, Harry Potter até o fim, House of Night… Enfim, amei o final do livro e toda a trama que envolve Leo – Fani – Christian. Achei algumas partes muito melosas estranho, sou a rainha das coisas melosas e clichês, mas mesmo assim, li até o fim e acabei não me decepcionando tanto.

A Paula Pimenta continua divando muito aqui! Depois de ler O Roteiro Inesperado de Fani, passei a amar ainda mais essa linda brasileira que encanta tanto. Vamos fazer uma campanha pra FMF ir para as prateleiras internacionais? Hahaha!!!

Em Chamas (Jogos Vorazes #2) ~ Suzanne Collins

Depois da improvável e inusitada vitória de Katniss Everdeen e Peeta Mellark nos últimos Jogos Vorazes, algo parece ter mudado para sempre em Panem. Aqui e ali, distúrbios e agitações nos distritos dão sinais de que uma revolta é iminente. Katniss e Peeta, representantes do paupérrimo Distrito 12, não apenas venceram os Jogos, mas ridicularizaram o governo e conseguiram fazer todos – incluindo o próprio Peeta – acreditarem que são um casal apaixonado.

A confusão na cabeça de Katniss não é menor do que a das ruas. Em meio ao turbilhão, ela pensa cada vez mais em seu melhor amigo, o jovem caçador Gale, mas é obrigada a fingir que o romance com Peeta é real. Já o governo parece especialmente preocupado com a influência que os dois adolescentes vitoriosos – transformados em verdadeiros ídolos nacionais – podem ter na população. Por isso, existem planos especiais para mantê-los sob controle, mesmo que isso signifique forçá-los a lutar novamente.

Em Chamas (Jogos Vorazes #2) – Suzanne Collins

ISBN: 978-85-79-80064-1

Editora: Rocco

Ano de Lançamento: 2011

Estrelas: 3 de 5

Páginas: 416

Em Chamas me decepcionou um pouco. Estava tão empolgada para continuar a trilogia Jogos Vorazes que acho que vim com expectativas de mais para o  livro.

Depois de sair da arena vitoriosos, Katniss e Peeta começam uma série de comemorações e viagens pelos outros distritos como parte da “Turnê dos Vitoriosos”. E é óbvio que isso não vai prestar. Com o tempo, eles começam a perceber que tudo está uma bagunça. Rebeliões se iniciaram, inocentes estão sendo mortos, e é tudo culpa deles. E Katniss sabe isso e percebe que ela e todos aqueles que ela ama, estão correndo perigo, incluindo Gale, seu “primo”.

E ainda, são comemorados os 75 anos da destruição do Distrito 13, o Massacre Quarternário. E adivinha quem tem que voltar para a arena? Pois é… E dessa vez, o plano não é mais protege-la, mas sim, proteger Peeta, pois é ele quem merece viver, não ela.

Enfim, a narrativa de Suzanne deu uma caída nesse livro. Ele é “dividido” em duas partes, sendo que a primeira é mega cansativa. Ela é focada na vida de Katniss e Peeta pós-jogos. Todos os desfiles, mentiras de romance, brigas, beijos… No começo tudo bem, mas após alguns capítulos, se torna cansativo. Na segunda parte do livro, a ação volta. E aquela coisa que faz com que o livro seja tão fenomenal, volta.

Já falei sobre a escrita de Suzanne Collins e como ela me faz ficar com aquela sensação de que o livro acabou muito cedo e aquela coisa de “quero mais”, e podemos notar isso, sem dúvidas em Em Chamas. Mas, infelizmente, apenas na segunda parte.

Mesmo assim, não desisti da série e não me arrependi de minha decisão, pois A Esperança fecha a trilogia com chave de ouro.

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